Lançado no Brasil em 2005 pela editora Zahar, o livro Vidas Desperdiçadas foi escrito por Zygmunt Bauman. Nele, o autor apresenta suas reflexões e questionamentos no que tange as formas de viver no mundo moderno e as consequências geradas no seio da sociedade capitalista pelo consumismo desenfreado, que implicam numa série de efeitos na vida humana.
Neste blog, apresentaremos a relação do capítulo dois - "Serão Eles Demasiados? Ou o refugo do progresso humano” – com os demais capítulos da obra de Bauman. Assim, no primeiro capítulo o autor exibe alguns conceitos que serão fundamentais à compreensão da totalidade da obra.
O segundo capítulo, abarca discussões sobre a superpopulação, no qual o autor afirma que a superpopulação em países ricos, é “importante” por que gera lucro, mantendo a economia da nação sempre em alta. Porém, nos países pobres, a superpopulação é um grande problema, pois falta recursos disponíveis para sustentar esse contingente de indivíduos.
No terceiro capítulo, as políticas governamentais voltam-se para uma política de exclusão. As prisões representam o depósito de dejetos humanos, que antes pensava-se em reciclar. Agora, porém, não é mais possível, visto que, não há mais espaços para depositar esses dejetos humanos.
No quarto e último capítulo, o autor apresenta-nos a “Cultura do Lixo”, ou seja, a cultura do ser humano em produzir e consumir desenfreadamente. Bauman destaca que, “somos consumidores numa sociedade de consumidores”, desse modo, as pessoas tornam-se escravas do consumo indisciplinado. Desse modo, gera-se lixo humano e lixo industrial fruto do material consumido.
Clique nas próximas abas, conheça mais o livro e deixe seus comentários! Seja Bem vindo!
Neste blog, apresentaremos a relação do capítulo dois - "Serão Eles Demasiados? Ou o refugo do progresso humano” – com os demais capítulos da obra de Bauman. Assim, no primeiro capítulo o autor exibe alguns conceitos que serão fundamentais à compreensão da totalidade da obra.
O segundo capítulo, abarca discussões sobre a superpopulação, no qual o autor afirma que a superpopulação em países ricos, é “importante” por que gera lucro, mantendo a economia da nação sempre em alta. Porém, nos países pobres, a superpopulação é um grande problema, pois falta recursos disponíveis para sustentar esse contingente de indivíduos.
No terceiro capítulo, as políticas governamentais voltam-se para uma política de exclusão. As prisões representam o depósito de dejetos humanos, que antes pensava-se em reciclar. Agora, porém, não é mais possível, visto que, não há mais espaços para depositar esses dejetos humanos.
No quarto e último capítulo, o autor apresenta-nos a “Cultura do Lixo”, ou seja, a cultura do ser humano em produzir e consumir desenfreadamente. Bauman destaca que, “somos consumidores numa sociedade de consumidores”, desse modo, as pessoas tornam-se escravas do consumo indisciplinado. Desse modo, gera-se lixo humano e lixo industrial fruto do material consumido.
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Arrasô!
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